Gestor de tráfego para clínica: o que exigir antes de contratar
O gestor de tráfego para clínica é o profissional que cria, acompanha e ajusta os anúncios no Google e na Meta. A contratação certa depende de cinco exigências: conhecer a Resolução CFM 2.336/2023, manter a conta de anúncios acessível ao consultório, medir até a consulta realizada, entregar relatório regular e olhar o atendimento, não só o anúncio. Anúncio bom com atendimento ruim desperdiça verba.
O que faz um gestor de tráfego numa clínica?
Monta a estrutura das campanhas, define públicos e palavras-chave, orienta os criativos, controla o orçamento, lê os números e ajusta. Em clínica, também precisa saber o que a publicidade médica permite, porque o médico responde pelo que é publicado em seu nome.
Ele não resolve sozinho o que acontece depois do clique: atendimento, agenda, site e ficha do Google. Um bom gestor pergunta por essas partes, porque elas decidem se o anúncio vira consulta.
Que perguntas fazer antes de contratar?
Conhece a Resolução CFM 2.336/2023? Peça que explique o que não pode entrar no anúncio. Quem não sabe expõe o médico.
Quem revisa cada peça? O médico deve aprovar antes de ir ao ar.
De quem é a conta de anúncios? A conta, a página e o acesso devem estar com o consultório.
Como mede? A resposta certa vai além de conversa e clique e chega à consulta marcada e à consulta realizada.
Qual relatório recebo e quando? O relatório deve dizer o que entrou, o que mudou e o que vem a seguir, com data fixa.
O que faz quando o lead é ruim? A resposta madura revisa o atendimento, o criativo e o público, em vez de culpar só o tráfego.
De quem deve ser a conta de anúncios?
Do consultório. A conta, a página e o pixel devem estar sob acesso do médico ou da clínica, com o gestor como parceiro com permissão. Se o profissional sai, o histórico de campanhas, públicos e aprendizado fica com quem pagou. O contrário prende o consultório ao fornecedor.
Que sinais de alerta mostram um gestor ruim?
Prometer número de pacientes ou prazo de resultado. A norma veda ao médico garantir, prometer ou insinuar bons resultados (art. 11, XII, da Resolução CFM nº 2.336/2023), e o fornecedor que promete expõe o contratante. Também preocupam o relatório de curtida e alcance sem consulta, a mudança diária de campanha sem critério, a recusa de dar acesso à conta e o pacote sem escopo escrito.
Gestor de tráfego que promete número de pacientes está prometendo o que o médico não pode prometer, e quem responde por isso é o médico.
Gestor, agência ou equipe interna?
Depende do tamanho do consultório e do que precisa ser coberto. O gestor avulso tende a ser mais simples de coordenar quando só os anúncios importam. A agência cobre também conteúdo, Google e site. A equipe interna só compensa em operação grande. O quadro completo está em agência, freelancer ou equipe própria para o consultório.
Como o trabalho deve ser cobrado e acompanhado?
Na SVI, o honorário do trabalho é uma parte e a verba dos anúncios é outra, paga direto às plataformas. Peça sempre as duas separadas e por escrito, para saber o que é serviço e o que é mídia. O acompanhamento das campanhas deve ser diário e o relatório, regular. Na SVI, o relatório dos anúncios chega toda sexta.
Como a SVI atua como gestão de tráfego?
A SVI cuida das campanhas de Google e Meta do consultório dentro das regras do CFM, mede até a consulta realizada e cuida também do atendimento. O desenho está em tráfego pago para médicos e clínicas, e a recepção pode contar com o agente de IA no WhatsApp para clínicas.
O que um gestor de tráfego faz para clínica?
Gestor de tráfego garante pacientes?
A conta de anúncios deve ficar no nome do gestor ou da clínica?
Qual a diferença entre gestor de tráfego e agência?
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