Google Ads ou Meta Ads para clínica: por onde começar
Para a maioria das clínicas, o Google Ads capta quem já está procurando atendimento e o Meta Ads alcança quem ainda não estava procurando, e os dois se complementam. Por onde começar depende da especialidade, do tamanho da cidade e da verba. Não existe divisão percentual universal, e quem promete uma está vendendo fórmula.
Qual a diferença entre Google Ads e Meta Ads?
No Google, o paciente digita o que procura e o anúncio aparece naquele momento: é demanda de intenção. Na Meta, o anúncio aparece no meio do Instagram ou do Facebook para quem estava vendo outra coisa: é demanda gerada. O primeiro responde a uma procura que já existe, o segundo cria a lembrança do médico.
O artigo tráfego pago para médicos trata a mesma ideia como intenção e reconhecimento, e mostra que o consultório precisa dos dois na dose certa.
Google Ads capta a procura que já existe e Meta Ads gera a lembrança do médico antes de a procura acontecer; por isso a pergunta não é qual é melhor, e sim qual falta no seu consultório.
Quando começar pelo Google Ads?
Quando a especialidade tem busca ativa na cidade, quando o paciente costuma procurar atendimento no momento em que precisa e quando o consultório já tem ficha, site e avaliações que sustentam a decisão. Quem clica no anúncio e encontra uma ficha desatualizada vai embora.
Em cidade pequena, o volume de buscas por especialidade pode ser baixo. Confira no Planejador de Palavras-chave do Google antes de decidir, porque pouca busca limita o que a campanha de pesquisa consegue entregar. O funcionamento está em Google Ads para consultório.
Quando começar pelo Meta Ads?
Quando o paciente não busca sozinho o serviço, como consulta de prevenção, retorno ou acompanhamento. Também quando a cidade tem pouca busca no Google, quando o médico quer ser lembrado na região e quando o vídeo do próprio médico é um bom argumento.
A condição é ter atendimento pronto para a conversa que chega. O caminho está em Meta Ads para clínica.
Os dois juntos fazem sentido?
Fazem. É comum a pessoa ver o anúncio do médico no Instagram, não clicar e pesquisar o nome dele no Google dias depois. Se a ficha, o mapa e o site estiverem em ordem, essa busca termina em contato. Se houver também um anúncio de pesquisa para o nome do médico, ele aparece primeiro.
Lembre que, em saúde, o Google restringe o remarketing e as listas próprias. Por isso o desenho dos dois canais não pode depender de perseguir quem visitou o site.
Como dividir a verba entre os dois?
Não há percentual correto para todos. Comece com uma hipótese baseada em especialidade, cidade e verba disponível, rode por tempo suficiente para ter dado e compare os canais pelo custo por consulta realizada, não pelo custo por clique ou por conversa.
A lógica econômica por trás do valor está em quanto investir em marketing médico. Quem decide a divisão pelo percentual de outro consultório está usando o número errado.
O que mais pesa na escolha?
Três coisas. A especialidade: algumas têm busca constante, outras dependem de lembrança. A cidade: o interior tem menos busca, mas também menos concorrência no anúncio. E o atendimento: se a clínica não responde rápido, nenhum dos canais compensa.
Como a SVI faz essa escolha?
A SVI propõe a divisão depois do Raio-X gratuito, com base na especialidade, na cidade e na verba, e revisa com os números do próprio consultório. A execução está em tráfego pago para médicos e clínicas, e o atendimento pode contar com o agente de IA no WhatsApp para clínicas.
Qual é melhor para clínica, Google Ads ou Meta Ads?
Posso começar só com um dos dois?
Existe uma divisão ideal de verba entre Google e Meta?
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